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Grau de Theoricus   2 = 9     

Este grau, atribuído ao elemento Ar, é o terceiro na Ordem Externa e leva o Zelator à nona Sephira (esfera) da Árvore da Vida, a esfera da Lua, Yesod.

 

A palavra Theoricus em si deriva do Grego Theoricus ou "contemplador" e implica em uma pessoa contempladora, teórica, ainda não prática.

 

Aqui o processo de "solve et coagula" ou dissolução e integração, continua para os que não desistiram da peleja alquímica.

 

Embora este grau (e os seguintes da Ordem Externa) sejam atribuídos a uma Esfera da Árvore, em realidade ele (e os seguintes) é apenas a continuação da exploração pelos reinos elementais restantes da esfera de Malkuth (Ar, Água, Fogo e Espírito).

 

Ao estudar e equilibrar o Elemento Ar em sua esfera de sensação, o iniciado está trabalhando aqueles aspectos de seu ser relacionados ao Ar: Intelecto, Memória, Controle da Mente, etc.

 

Após o exame e juramento, o mito subjacente nesta cerimônia é o da "descida ao submundo" quando o iniciado é levado por Anubis (o Kerux assume esta forma-deus) em uma aventura pelas profundezas do subconsciente e do astral através do caminho de Tau, o 32º Caminho, que une Malkuth a Yesod. Neste ponto o candidato defronta-se com os quatro Querubins (anjos de Yesod) regentes dos elementos, e um querubim realiza purificações na aura do iniciado, o que será de grande auxílio em sua obra alquímica.

 

Ao iniciado é mostrada a carta do Tarot, o Mundo (ou Universo) e seus significados. 

 

No geral, este grau representa uma verdadeira "descida aos infernos" que, Jung explicou, simboliza a exploração do subconsciente, o que quase sempre não é uma viagem agradável!  Mas este é um trabalho necessário para que o iniciado possa penetrar na esfera de Hod, onde aprenderá sobre o simbolismo do Jardim do Éden. 

 

O iniciado neste grau precisa cuidar de ter absorvido e harmonizado as energias dos graus anteriores para ser capaz de fazer frente ao magnetismo ilusório e dispersivo da Lua, planeta regente de Yesod. Treine as técnicas de concentração mental neste grau.

 

Mais detalhes são fornecidos no material do grau.

 

 

Graus da Ordem Golden Dawn

 

Neófito 0 = 0  

        Este é o primeiro grau da Ordem Externa da Golden Dawn e, em muitas maneiras, seu rito iniciatório destaca-se das outras cerimômias de iniciação aos graus subsequentes da Ordem. O  0=0 é indicativo de que  este grau não faz parte de nenhuma esfera da Árvore da Vida Qabalística. A cerimônia é uma introdução ao processo de iniciação  e ao extenso curriculum da Ordem.

Desta rica e profunda cerimônia, repleta de significados, derivam-se praticamente todas as técnicas e fórmulas da Ordem.

É a chamada "Fórmula do Neófito".

Esta cerimônia é designada para atrair a LUZ DIVINA até o templo, por meio da atuação dos oficiais ritualísticos, e a implantação desta Luz na aura ou esfera de sensação do candidato.

Este grau é um período onde o candidato é considerado um "probacionista", ou seja, a Ordem testa o aluno para verificar sua disciplina, caráter e determinação em realizar a Grande Obra.  O estudante, por sua vez, prova (testa) a Ordem para verificar sua compatibilidade com o espírito (egrégora) da Ordem e para obter um entendimento básico sobre a Arte Hermética. 

Nesta fase o estudante deve meditar e escolher o seu moto ou lema mágico que norteará este período de seu progresso. Instruções detalhadas sobre este  são fornecidas.

 

O embasamento mitológico para a Cerimônia de Iniciação do Neófito está no conceito egípcio do Salão de Julgamento relatado no antigo Livro dos Mortos do Egito Antigo. A cerimônia envolve repetidas purificações, a confissão de que o "morto" (representado pelo candidato) não cometeu uma série de atos negativos. Após o que, o "morto" contempla a pesagem de suas passadas ações no plano terrestre, na Balança de Maat. Tudo é registrado por Thoth, o deus escriba, enquanto a um ponto Ammit, um animal horrendo (a persona malefica do indivíduo) aguarda para devorar a alma daquele que tenha vivido uma vida má e indigna.  Ao vencedor é dado o prêmio supremo: ser levado pelo deus Hórus até Osíris (deus da morte e ressureição) em seu trono. Ali encontra-se o eterno símbolo da transformação: a flor de lótus que surge imaculada em meio ao lodo. Em meio à Luz Infinita, ocorre então a sagrada união do morto ao Redentor (Osíris), coroando a cerimônia.

 

Sem a menor dúvida, uma das mais belas cerimônias já desenhadas na Tradição de Mistérios do Ocidente, e uma que não é apenas representação teatral. Por meio de técnicas mágicas, os oficiais ritualísticos "incorporam" ou canalizam e representam as divindades egípcias do belo drama ritual e a maior parte da "ação"ocorre realmente no nível "astral".

 

Os próximos quatro graus estão relacionados com os quatro elementos: Terra, Ar, Água e Fogo.

 

 

Material de Estudo e Práticas do Grau:

Banir e Limpar a Aura (Esfera de Sensação)

Técnicas para invocação da Luz Divina

Técnicas de Cura

Trabalho do Neófito

Iniciação à Astrologia

Iniciação ao Tarot e Adivinhação

Meditação

Simbolismo da Alquimia

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